Que Deus te Abençoe! 


Quando alguém te diz: “QUE DEUS TE ABENÇOE”, não está só desejando o melhor para você,
mas também atuando a seu favor.
Pois quando bendizes a alguém, também estás atraindo a proteção de Deus para você.
O efeito de abençoar é multiplicador, já que é dado por Deus a seus filhos.
A benção invoca o apoio permanente de Deus, para o bem estar da pessoa, fala de agradecimento, confere prosperidades e felicidade, em toda pessoa que a recebe da nossa parte.
A benção começa com as relações de pais e filhos.
Os filhos que recebem a benção da parte dos seus pais, tem um bom começo espiritual e emocional na vida.
Recebem um firme propósito de amor e aceitação.
Este princípio também se aplica na intima relação de casais..
As amizades se aprofundam e se fortalecem, trazendo companheirismo, saúde e esperança,
a todos que nunca receberam sequer uma palavra abençoada.
O poder da vida e da morte está na Palavra.
Ao abençoares não só está outorgando a vida aquele que a recebe, mas também aquele que também a dá.
Por isso, hoje eu peço que Deus te abençoe, porque ao bendize-lo de todo coração, estou bendizendo a mim mesmo.
Distribua bençãos por onde vás, não só palavras, mas, ações.
Elas retornarão a ti quando menos esperares.
Geralmente a pessoa que vive na presença de Deus, amando-O e obedecendo-O, tem o privilégio da sua Divina Benção sempre.
Abraços e que Deus te Abençoe.

#claudialinsoficial

Anúncios

Todo Dia É O Dia Dela


Mesmo que fora de época, nunca é tarde para homenagear e lembrar de nossas mães que já se foram e esta, também, é uma homenagem para todas as mães que estão por aí! 

Porque todo dia é dia das mães !!!!


 

TE AMO MÃE! 

“Se eu vivesse mil vidas nesse mundo não seria o bastante pra te amar!”


#claudialinsoficial

Os cinco maiores arrependimentos no fim da vida.


Os cinco maiores arrependimentos das pessoas antes de morrer. A lista faz parte do livro ‘Antes de partir: uma vida transformada pelo convívio com pessoas diante da morte’, da enfermeira australiana Brownie Ware. “Um deles é não ter demonstrado afeto. Passamos a vida construindo muros ao redor do coração da gente pra ninguém perceber o que a gente está sentindo”, diz Ana. “A outra coisa é (se arrepender) de ter trabalhado tanto. O último que é colocado é: ‘Eu devia ter me feito mais feliz’, que pra mim resume todos os outros”.

Os outros arrependimentos citados pela enfermeira australiana são ter vivido a vida que se desejava e ter estado mais perto dos amigos.

A pedido do Hospital Albert Einstein, a médica Ana Cláudia Arantes, geriatra e também especialista em cuidados paliativos, analisou a publicação e falou sobre cada um dos arrependimentos levantados pela enfermeira australiana.

1. Eu gostaria de ter tido a coragem de viver a vida que eu queria, não a vida que os outros esperavam que eu vivesse.
“Esse foi o arrependimento mais comum. Quando as pessoas percebem que a vida delas está quase no fim e olham para trás, é fácil ver quantos sonhos não foram realizados. A maioria das pessoas não realizou nem metade dos seus sonhos, e muita gente tem de morrer sabendo que isso aconteceu por causa de decisões que tomou, ou não tomou. A saúde traz uma liberdade que poucos conseguem perceber, até que eles não a têm mais.”

2. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto.
“Eu ouvi isso de todos os pacientes homens com quem trabalhei. Eles sentiam falta de ter aproveitado mais a juventude dos filhos e a companhia de suas parceiras. As mulheres também falaram desse arrependimento, mas como a maioria era de uma geração mais antiga, muitas não tiveram uma carreira. Todos os homens com quem eu conversei se arrependeram de passar tanto tempo de suas vidas no ambiente de trabalho.”

3. Eu queria ter tido a coragem de expressar meus sentimentos.
“Muitas pessoas suprimiram seus sentimentos para ficar em paz com os outros. Como resultado, acomodaram-se em uma existência medíocre e nunca se tornaram quem realmente eram capazes de ser. Muitas desenvolveram doenças relacionadas à amargura e ao ressentimento que carregavam.”

4. Eu gostaria de ter ficado em contato com os meus amigos.
“Frequentemente, os pacientes não percebiam as vantagens de ter velhos amigos até chegarem em suas últimas semanas de vida, e nem sempre era possível rastrear essas pessoas. Muitos ficaram tão envolvidos em suas próprias vidas que deixaram amizades de ouro se perderem ao longo dos anos e tiveram muitos arrependimentos profundos por não ter dedicado tempo e esforço às amizades. Todo mundo sente falta dos amigos quando está morrendo.”

5. Eu gostaria de ter me permitido ser mais feliz.
“Esse é um arrependimento surpreendentemente comum. Muitos só percebem isso no fim da vida – que a felicidade é uma escolha. As pessoas ficam presas em antigos hábitos e padrões. O famoso ‘conforto’ das coisas familiares e o medo da mudança fizeram com que eles fingissem para os outros e para si mesmos que estavam contentes quando, no fundo, ansiavam por rir de verdade e aproveitar as coisas bobas em suas vidas de novo.”

Ana Claudia Quintana Arantes é uma médica especializada em ajudar pacientes terminais a “aprender” a morrer. Nesta entrevista, ela falou sobre o desafio de se lidar com algo tão natural, porém, perturbador, como a própria morte.

#claudialinsoficial

O Noivo e a Noiva


Diante do Rei quero agradecer
Por hoje aqui te receber
e nele consagrarmos nossa união
Foi Deus quem mandou você pra mim
Pra unidos seguirmos até o fim
louvado, agradeço aleluia
Aleluia, aleluia, aleluia, aleluia

A minha alma se acendeu o mundo todo renasceu
Meu coração agora vive em paz
E nem as mais belas canções
poemas, salmos e orações
Refletem o que sinto, aleluia
Aleluia, aleluia, aleluia, aleluia

Eu vejo o céu eu vejo o mar eu vejo a noite e o luar
Eu vejo como é grande o seu amor
Eu vejo o dia amanhecer eu quero tanto agradecer
E é por isso que eu canto aleluia
Aleluia, aleluia, aleluia, aleluia

Não tente me entender


“Viva!
Bom mesmo é ir à luta com determinação,
abraçar a vida com paixão,
perder com classe
e vencer com ousadia,
porque o mundo pertence a quem se atreve
e a vida é “muito” pra ser insignificante.
Já perdoei erros quase imperdoáveis,
tentei substituir pessoas insubstituíveis
e esquecer pessoas inesquecíveis. ”

(Charles Chaplin)

Declaração Dos Direitos Do Amor


Considerando ser o Amor o maior de todos os agentes de Utilidade Pública,

PROCLAMA-SE O QUE SEGUE:

Artigo 1º
O amor pode apropriar-se de todo e qualquer coração, com ou sem anuência do dono.

Artigo 2º
Em presença de sentimentos inferiores, tais como a raiva, o ódio e o ressentimento, ao Amor é permitido julgá-los e extraditá-los sem direito a reconsideração da pena.

Artigo 3º
O Amor deve ser respeitado em todas as suas formas, sejam elas dirigidas a pessoas, coisas, vegetais ou animais.

Artigo 4º
Ao Amor é sempre permitida a companhia do perdão, pois que sem este Ele está falsificado.

Artigo 5º
O Amor tem o direito de ficar cego, surdo e mudo quando em presença de maledicências e pode apresentar-se como agente de paz diante de desarmonias e atos prejudiciais a todos os seres do Planeta.

Artigo 6º
O Amor tem licença plena para manifestar-se livremente, independente de raça, credo ou religião. Ele é incondicionalmente livre para viver em seu habitat natural: o coração.

Artigo 7º
O Amor é bússola que aponta o caminho para a Felicidade e assim deve ser indiscutivelmente reconhecido.

Artigo 8º
A todo aquele que banir o Amor do seu coração será imputada a pena de solidão, isolamento e sofrimento perpétuos.

Artigo 9º
O Amor nunca deverá ser responsabilizado por dores, perdas ou danos e tem amplos poderes para neutralizar todas as batalhas, sejam elas emocionais, familiares ou sociais.

Artigo 10
Ao Amor não se aplicam Leis Trabalhistas: Ele pode exercer suas funções 24hrs por dia durante TODOS os dias do ano.

Artigo 11
Quando o Amor entra em corações, deve ser bem recebido, bem tratado, bem nutrido e absolutamente livre para agir em prol de todos os envolvidos por Ele.

Artigo 12
Em nenhuma hipótese o Amor deverá ser álibi para atitudes de más intenções, tais como usá-Lo como desculpa para enganar, iludir ou controlar corações.
Também nunca poderá ser instrumento de brincadeira com o sentimento do homem ou da mulher.

Artigo 13
Toda e qualquer tentativa de matar o Amor será tratada pelo Universo como crime contra a vida do próprio mandante.

Artigo 14
O Amor é partidário da Lei de Causa e Efeito: Ele pode partir em definitivo da Vida daqueles que optam pelo sofrimento diante das adversidades, e também daqueles que se deixam cair em abandono.

Artigo 15
Ao Amor nada deve ser acrescentado e Dele também nada retirado, posto ser o mais perfeito de todos os sentimentos e manifestação absoluta de Deus.

Parágrafo Único:
Os Direitos do Amor sempre protegerão os legítimos Direitos de Todos os Seres.

= REVOGUEM-SE TODAS AS DISPOSIÇÕES EM CONTRÁRIO =


® Silvia Schmidt

DRINKFINIT  Conheça 

Olá coleguinhas,

Hoje eu fui ao Barra Shopping e conheci o quiosque da DrinkFinity. Eu não conhecia muito bem o que era, mas quando passei me interessei em perguntar e prontamente me atenderam com todas as explicações.


Fiquei antenada para saber como funcionava e o que eram aqueles pods, acabei descobrindo que são embalagens “bolinhas” que contém ingredientes em pó como sais minerais, vitamina e energia, os líquidos sabores, adoçantes e cores. São 11 pods classificados como:

EXERCISE & PLAY
ELETRÓLITOS
Com sais minerais, esses Pods ajudam você a se recuperar e recarregar as energias e sais minerais após um dia agitado Grapefruit Erva Mate, Maçã Guaraná e Limão Gengibre.

LIVE YOUR DAY
VITAMINA C E ZINCO
Com vitamina C e zinco, esses Pods ajudam você a se manter motivado e preparado para enfrentar qualquer obstáculo. Abacaxi Pitaia, Banana Açaí e Limão Gengibre.

ENERGY
CAFEÍNA E COMPLEXO B
Escolha entre as três opções de sabores enriquecidas com cafeína e complexo B para ganhar uma dose de energia e manter uma hidratação adequada durante o dia.Grapefruit Erva Mate, Maçã Guaraná e Romã Ameixa.

TAKE A BREAK
CAMOMILA E CIDREIRA
Permita-se um intervalo refrescante depois de um dia produtivo. Pêssego Branco, Mix de Frutas e Gengibre e Amora Uva.

Os Pods são preparados no Vessel , a garrafa própria que abre os pods , que é hermeticamente vedada,que conserva e armazena o líquido depois de pronto. Desenvolvido em fase Beta com a colaboração de um grupo de usuários no Brasil e Estados Unidos, o Vessel é portátil, livre de BPA (Bisfenol A) e os Pods são facilmente colocados pela parte superior. Basta adicionar água, inserir seu Pod e encarar o dia.


Então fui ficando admirada ouvindo a explicação dos atendentes, que foram super prestativos, eu experimentei alguns sabores antes de escolher , eles me avisaram que para melhor preservação da garrafa não é adequado usar líquidos gaseificados , depois de preparado o consumo deve ser feito em 24hs, fiquei bem satisfeita com o atendimento. E assim adquiri meu kit .

Chegando em casa fui fuçar mais, fiz um preparado e achei bem gostosinho, meus sabores preferidos são banana açai, limão gengibre, romã ameixa e abacaxi pitaia. Claro que não podemos esquecer de beber água durante o dia .

Eles estão com uma promoção super especial para o kit de Vessel (garrafa) e pods.
Este é o site da marca
https://www.drinkfinity.com.br


Espero que tenham gostado. Se quiserem uma resenha mais detalhada sobre os Pods deixem comentários.

Obs: Esta postagem é gratuita e expressa minha real opinião do produto e ou serviço sem influência de Empresa ou Assessor de Imprensa.

Se não for possível AMAR o próximo, pelo menos não ferre com a vida dele.


Vivemos em uma sociedade erguida sob os pilares do egoísmo e da individualidade. Desse modo, torna-se difícil seguir o mandamento cristão de:

– “Ama o teu próximo como a ti mesmo”. 

Essa caridade, como pregava Rousseau, parece impossível diante das circunstâncias dadas. Assim, se é quase impossível amar o próximo como a si mesmo, qual a possibilidade mais plausível para a modernidade líquida?

Para Conte-Sponville, a possibilidade de solução encontra-se na doçura. A doçura não visa atingir a máxima sublime rousseauniana de 

– “Faz ao outro o que queres que ele te faça” 

– mas sim, de na impossibilidade de fazer o bem, pelo menos não fazer o mal. Falando assim, parece pouco, entretanto, quantas lástimas seriam impedidas se houvesse doçura? Isto é, se o ser humano ao agir respeitasse os limites do outro, a maior parte das discórdias e cóleras seriam evitadas.
No entanto, ao expandir-se o homem, não só é despiedoso, como desconsidera qualquer possibilidade que possa fazer mal ao outro. Ao buscar o seu prazer, o indivíduo desconsidera o mal que faz ao outro. Parece, inclusive, regozijar-se com o mal produzido e com a sua opressão. Goethe chega a dizer:

 “Infeliz daquele que usa do seu poder sobre um coração para abafar as ingênuas alegrias que nele nascem espontaneamente”. 

Ou seja, se não fazes o bem, não ouse fazer o mal de abafar a alegria de alguém.

A doçura, dessa forma, é a virtude que impede que sejamos os infelizes relatados por Goethe. É a benignidade de Montaigne, que visa uma vida que se recusa a fazer sofrer, destruir e devastar. É a ação contemplativa, respeitosa para o que nos cerca, de modo que não concorremos para o fim daquilo que não necessariamente seja fruto da nossa felicidade. Nem todas as pessoas, por exemplo, gostam de animais, assim, não é imprescindível que todos tratem os animais de forma carinhosa, bem como, não autoriza que alguém os maltrate. Dito de outro modo, agir com doçura não significa agir do modo mais belo e sim da forma que faça menos mal.
Obviamente, a doçura é muito mais simples que a caridade e, portanto, mais fácil de ser executada, assim como, mais necessária, pois, há a possibilidade de viver sem caridade, todavia, sem doçura é impossível. Embora seja mais fácil, o que percebemos é que a doçura é quase tão difícil de ser exercida quanto à caridade. Como dito, os homens parecem sentir prazer com o mal que produzem no outro. A tranquilidade ou a felicidade de outrem sem a nossa participação parece ser intragável, é o que atenta também Goethe:

– “Quando vemos algumas pessoas felizes, sem que para isso tenhamos concorrido, a felicidade nos é insuportável”.

Sendo assim, um modo de vida virtuoso passa pela doçura, em que ao agirmos levamos em consideração a existência do outro. Não concorrer para o mal já é de grande valia, pois não adianta viver a hipocrisia de ajuda ao próximo, de caridade, se na maior parte do tempo só pensamos em nosso próprio umbigo.
Antes de ajudar, é preciso não atrapalhar. Antes de fazer o bem, é preciso não fazer mal. E para não fazer mal a alguém e conseguir alegrar-se com a felicidade do outro é necessário ser doce, pois só estes entendem a importância de fazer o próprio bem com o menor mal possível aos outros.


Texto de: (Erick Morais) do blogue O SEGREDO

Amor Perfeito (Feliz Dia Dos Namorados)


Fecho os olhos pra não ver passar o tempo

Sinto falta de você

Anjo bom, amor perfeito no meu peito

Sem você não sei viver

Vem, que eu conto os dias

Conto as horas pra te ver

Eu não consigo te esquecer

Cada minuto é muito tempo sem você

Sem você

Os segundos vão passando lentamente

Não tem hora pra chegar

Até quando te querendo, te amando

Coração quer te encontrar

Vem, que nos seus braços esse amor é uma canção

E eu não consigo te esquecer

Cada minuto é muito tempo sem você

Sem você

Eu não vou saber me acostumar

Sem sua mão pra me acalmar

Sem seu olhar pra me entender

Sem seu carinho, amor, sem você

Vem me tirar da solidão

Fazer feliz meu coração

Já não importa quem errou

O que passou, passou então vem

Vem, vem, vem…


#claudialinsoficial

Nossos filhos são nossos, não são do mundo…

Nossos filhos são nossos, não são do mundo…

“Hoje tomei meu café com lágrimas e na minha boca amargava as saudades que sinto da minha mãe. Fiquei pensando em quantas vezes, desde que me tornei mãe, já escutei a frase “não pause sua vida pelos filhos pois eles um dia crescem” ou alguma variação dela, repetida, ainda que não intencionalmente, como uma forma disfarçada de escrutinizar e menosprezar a dedicação materna. Se cria filho pro mundo, todo mundo diz. As asas, as benditas asas. Eu sei, você sabe.

Não pausar a vida. Ideia curiosa essa já que ser mãe é viver eternamente de pausas. Por 9 meses (ou mais) a gente pausa o vinho. Por aproximadamente 40 dias (mas provavelmente bem mais) a gente pausa a vida sexual. Por muitas e muitas noites a gente pausa o sono. A gente pausa a reunião de trabalho, a ligação importante, a promoção. A gente pausa a poupança porque juntar dinheiro fica difícil. A gente pausa as refeições e os banhos. A gente pausa os planos de viagens, as saídas com as amigas, as idas ao cabeleireiro. A gente pausa o coração na preocupação e a gente pausa a própria vida pra respirar a deles.

Criar para o mundo. O que isso seria? Suponho que minha mãe me criou “para o mundo,” sempre me dando asas. Saí de casa aos 14 anos e aos 18 saí do país. Fui conquistar esse mundão para o qual ela me criou. Mas a verdade é que eu nunca deixei de ser dela. Um pedaço dela. Um produto dela. Tão dela que mesmo com mais de 30 anos, eu ainda preciso que ela pause a vida dela por mim. E ela pausa. Passa 2, 3 meses aqui, vivendo minha vida. Ela pausa com a generosidade de quem é acostumada a pausar e doar e amar e amar e amar.

Então eu penso, enquanto tomo meu café com lágrimas e amargo as saudades que sinto da minha mãe, que filhos não são do mundo. Nossos filhos são nossos! Eles vieram da gente e voltam pra gente de novo e de novo. Mesmo estando longe, eles são nossos. Nossos pedaços. Nossos produtos. Os produtos de todas as nossas pausas. Porque é na pausa que fortalecemos o vínculo, é na pausa que construímos as memórias. É no pausar da vida, nesse incessante viver pelo outro, em meio as dores e sacrifícios que, como mulheres, muitas vezes nos vemos plenas; e mais do que isso, nos vemos mães.”

(Fernanda Marques)


E eu assino embaixo:

#claudialinsoficial