O que o Ho’oponopono pode fazer por nós 


Para a grande maioria de nós – seres humanos – é quase impossível, passar por determinadas situações sem sentir nada… nenhum desconforto ou mal estar. O próprio Dr. Hew Len só conseguiu curar uma ala inteira de doentes mentais, porque “sentiu”… porque observou o que sentia e limpou o que sentia. Ou seja, faz parte da natureza humana, com sua estrutura de ego (memórias para o Ho’oponopono, Oponente para a Kabbalah, ego negativo para a psicologia), “sentir” não apenas coisas boas como amor, alegria, paz, apaixonamento, gratidão, etc., mas também medo, insegurança, raiva, tristeza, frustração e afins.

Pense naquelas críticas maldosas…, às vezes até algumas críticas construtivas, dependendo de como são colocadas, são difíceis de receber. Pense nas situações de conflito familiar, nas opiniões diferentes entre amigos, nas divergências profissionais, nas diferenças políticas e religiosas. Pense nos conflitos amorosos… enfim, pense em relacionar-se com qualquer pessoa e você já vai imaginar os desafios que podem (e vão!) surgir.

Portanto, todos nós estamos sujeitos a passar por qualquer conflito emocional com outras pessoas e a sentir tristeza, frustração, raiva, decepção, dor, angústia, insegurança, medos, etc. A questão não é essa, tendo em vista que pouquíssimas pessoas aqui na Terra podem se dar ao luxo de dizer que são “perfeitas”, e as que são não o dizem. Então, a questão é…

Por quanto tempo vamos ficar reféns desses sentimentos?

Por quanto tempo vamos permitir que a tristeza, a frustração, a raiva, a decepção, a dor, a angústia, a insegurança, ou qualquer tipo de medo fique rondando a nossa mente e o nosso sagrado coração?

Por quanto tempo vamos permitir que esses sentimentos nos ‘controlem’?

Então, já que praticamente nenhum de nós está isento de senti-los, o que podemos fazer é, mesmo enquanto nos damos conta de que estamos assolados por um ou mais desses sentimentos; mesmo enquanto, talvez, lágrimas de tristeza ou decepção estejam escorrendo pela nossa face ou nossa alma… limpar e purificar, limpar e purificar, limpar e purificar, limpar e purificar… o tempo todo, a noite toda, se for o caso. Mas temos que decidir que “NÃO vamos ficar reféns destes sentimentos!” E, muito importante, fazemos a limpeza com muuuuito amor. Porque Ho’oponopono é Amor.

“Queridas memórias, eu amo vocês. Sou grato(a) pela oportunidade de libertar vocês e a mim.”


Quem estuda e pratica o processo de cura havaiano, sabe “de carteirinha” que nós NÃO podemos mudar o outro. Não apenas não podemos, como (de fato!) não conseguimos mudar o outro. Ninguém consegue isso! Qualquer pessoa só muda, se dentro de si mesma houver o desejo de mudança. Caso contrário, esqueça! Este é um dos princípios mais importantes a serem assimilados quando se pratica o Ho’oponopono. Ou seja:

Eu sou 100% responsável pelo que EU sinto!

Se EU sou o único responsável pelo que EU sinto em qualquer situação, isso quer dizer que somente EU posso mudar o que Eu sinto!
Nossa! Isso é que é uma chave de ouro para a liberdade pessoal!

Então… tudo o que eu tenho a fazer é limpar o que EU sinto com o Ho’oponopono?

Sim! 

Ninguém fora de mim tem a obrigação de fazer o que “eu quero”, de agir da forma como “eu acho que deve agir”, de me dizer o que “eu espero” ouvir, de sentir por mim o que “eu espero” que a pessoa sinta, etc… Tudo não passa de expectativas MINHAS quanto ao que o outro deve ou não fazer, dizer, agir, sentir, pensar, etc.

Compreendendo isso, fica tudo muito mais fácil!
Eu não posso mudar o outro!


Eu só posso mudar o que EU sinto com relação ao outro.
Eu só posso mudar o que EU sinto com relação ao que o outro fez/faz ou deixou de fazer.
Eu só posso mudar o que EU sinto com relação ao que eu acho que o outro deveria ou não estar sentindo.
Eu só posso mudar o que EU sinto com relação às minhas próprias expectativas com relação a QUALQUER COISA fora de mim.
E assim por diante.


E como fazer isso?

Quando alguma situação desconfortável acontecer dentro (situação imaginária) ou fora (situação real) de você, lembre-se de que aquilo que você sentir se trata apenas das memórias (sentimentos de medo, insegurança, raiva, frustração, tristeza ou seja o que for) “se apresentando” para serem limpas e purificadas.


Você pode, então, fazer (mentalmente ou verbalmente) a Petição ao Divino Criador, da kahuna Morrnah Nalamaku Simeona (criadora do Ho’oponopono da Identidade Própria) e, em seguida, repetir consecutivamente as quatro Frases de limpeza do Ho’oponopono.

Repetir quantas vezes?
Por favor, NÃO determine quantas vezes você vai repetir as frases, quando você faz isso, é o seu intelecto quem está dizendo: “tem que ser x vezes e se não for x vezes, não funciona”, o que não é verdade! Além de não fazer parte do processo de limpeza do Ho’oponopono. Faça até sentir paz… a Paz do Eu.

PETIÇÃO AO DIVINO CRIADOR

Divino Criador, Pai, Mãe, Criança em Um…
Se eu, a minha família, meus parentes e antepassados ofendemos à Ti, à tua família, parentes e antepassados em pensamentos, palavras, atos e ações, desde o início da nossa criação até o presente… Nós pedimos o Teu perdão. Deixe que isto limpe, purifique, libere, seccione, corte e corrija todas as recordações, bloqueios, energias e vibrações negativas. E transmutae essas energias indesejáveis em uma Luz pura. Está feito!
Sinto muito. Por favor, me perdoe. Eu te amo. Sou grato(a).
Sinto muito. Por favor, me perdoe. Eu te amo. Sou grato(a).
Sinto muito. Por favor, me perdoe. Eu te amo. Sou grato(a).
Sinto muito. Por favor, me perdoe. Eu te amo. Sou grato(a).


Outra coisa que você pode fazer é a Oração Original, também da kahuna Morrnah Nalamaku Simenona.

Além de ser uma linda oração, vai auxiliar você a limpar memórias compartilhadas com qualquer pessoa. A Oração Original tem um fechamento que eu, particularmente, acho libertador! Ela parte do princípio do Ho’oponopono de que todas as pessoas e situações que ‘EU’ atraio para a minha vida, vieram para a ‘MINHA’ cura.

“…
Esta oração é minha porta
Minha contribuição à tua saúde emocional que é a mesma minha.
Então, esteja bem e, na medida em que você vai se curando, eu te digo que:
Eu sinto muito pelas memórias de dor que compartilho com você.
Te peço perdão por unir meu caminho ao seu para a cura.
Te agradeço por estar aqui para mim.
E te amo por ser quem você é.”

Boa sorte e boa limpeza mental!
Te amo,
Sou grata,


Sinto muito, me perdoe, te amo, sou grata…


#claudialinsoficial

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Que Deus te Abençoe! 


Quando alguém te diz: “QUE DEUS TE ABENÇOE”, não está só desejando o melhor para você,
mas também atuando a seu favor.
Pois quando bendizes a alguém, também estás atraindo a proteção de Deus para você.
O efeito de abençoar é multiplicador, já que é dado por Deus a seus filhos.
A benção invoca o apoio permanente de Deus, para o bem estar da pessoa, fala de agradecimento, confere prosperidades e felicidade, em toda pessoa que a recebe da nossa parte.
A benção começa com as relações de pais e filhos.
Os filhos que recebem a benção da parte dos seus pais, tem um bom começo espiritual e emocional na vida.
Recebem um firme propósito de amor e aceitação.
Este princípio também se aplica na intima relação de casais..
As amizades se aprofundam e se fortalecem, trazendo companheirismo, saúde e esperança,
a todos que nunca receberam sequer uma palavra abençoada.
O poder da vida e da morte está na Palavra.
Ao abençoares não só está outorgando a vida aquele que a recebe, mas também aquele que também a dá.
Por isso, hoje eu peço que Deus te abençoe, porque ao bendize-lo de todo coração, estou bendizendo a mim mesmo.
Distribua bençãos por onde vás, não só palavras, mas, ações.
Elas retornarão a ti quando menos esperares.
Geralmente a pessoa que vive na presença de Deus, amando-O e obedecendo-O, tem o privilégio da sua Divina Benção sempre.
Abraços e que Deus te Abençoe.

#claudialinsoficial

A Magia De Uma Ótima Notícia Na Disney 

Mickey revela a crianças que elas foram adotadas e a emoção rola solta; vem ver o vídeo

Olhem só essa história… Os fofos Janielle (12) e Elijah (10) foram morar com o casal Courtney e Tom Gilmour em 2014, mas até poucos dias, o processo de adoção não havia sido concluído na justiça… (pensa que é só no Brasil que as coisas demoram?!). “Nós soubemos rapidamente que queríamos adotá-los. Mas às vezes o sistema não funciona tão rápido quanto seu coração“, contou Courtney ao Usa Today.


Quando a papelada finalmente saiu, os Gilmours decidiram levar as crianças para a Disney para lá contar a novidade… o que nem o casal esperava é que o próprio Mickey se encarregaria de dar a notícia! Simmmm! É que ao chegar no hotel, a Courtney recebeu uns buttons para escrever o que eles estavam comemorando no parque e aí ela mencionou a adoção. Ligeira, a mamãe tirou uma foto do button e postou no Twitter, marcando o Walt Disney World. Não deu outra, o parque entrou em contato, contando que preparariam um jantar especial e levariam um fotógrafo pra registrar o momento.

Enfim! No grande dia, o Sr. Mickey Mouse apareceu mesmo por lá, e o resultado não poderia ser mais emocionante; olhem só:

Muito amor, né?! Realmente, foi um dia mágico na vida dessa família… Arrasou, Mickey!

por Pedro Hosken


#claudialinsoficial

Todo Dia É O Dia Dela


Mesmo que fora de época, nunca é tarde para homenagear e lembrar de nossas mães que já se foram e esta, também, é uma homenagem para todas as mães que estão por aí! 

Porque todo dia é dia das mães !!!!


 

TE AMO MÃE! 

“Se eu vivesse mil vidas nesse mundo não seria o bastante pra te amar!”


#claudialinsoficial

Não tente me entender


“Viva!
Bom mesmo é ir à luta com determinação,
abraçar a vida com paixão,
perder com classe
e vencer com ousadia,
porque o mundo pertence a quem se atreve
e a vida é “muito” pra ser insignificante.
Já perdoei erros quase imperdoáveis,
tentei substituir pessoas insubstituíveis
e esquecer pessoas inesquecíveis. ”

(Charles Chaplin)

Afirmações Para Abrir Os Caminhos Da Realização


Uma afirmação é uma declaração que fazemos – seja positiva ou negativa. Se as afirmações são usadas consistentemente, elas se tornam crenças e produzirão sempre resultados, algumas vezes de modos que nem mesmo podemos imaginar.

Eu sempre disse: “A vida é simples. O que emitimos, recebemos de volta”. Nós podemos dizer em voz alta ou pensarmos uma afirmação durante todo o dia, tal como “Tudo está bem”, inúmeras vezes. Ou podemos ter uma lista de 20 afirmações e apenas dizermos ou escrevermos uma a cada dia. O número de vezes que dizemos ou escrevemos uma afirmação está realmente a critério de cada indivíduo.

Quando nos concentramos nestas afirmações e começamos a mudar o nosso modo de pensar, a nossa voz interior reage imediatamente a estes novos pensamentos em um dos dois modos: com medo ou com amor. Se sentirmos medo, então precisamos dizer para nós mesmos: “Obrigada por compartilhar. Este é um pensamento que eu estarei lhe enviando muitas vezes, assim acostume-se a isto!” É como se a nossa mente fosse um arquivo e estes pensamentos fossem novos documentos que estamos colocando nele.

Este é o momento em que vocês ou curtem ou não curtem a sua vida. O que vocês estão sentindo agora, criam os seus amanhãs. Isto não é uma coisa maravilhosa para saber? Vocês estão no comando da sua vida!

Vocês não têm tempo para gastar com pensamentos negativos, porque isto somente cria mais o que vocês dizem que não querem. Se estiverem fazendo afirmações positivas e não estiverem alcançando os resultados que querem, então analisem para ver com que frequência durante o dia vocês se permitem a se sentirem tristes ou perturbados. Estas emoções são exatamente o que está adiando a manifestação de suas afirmações e interrompendo o fluxo da sua prosperidade.

Nós vivemos em um Universo em expansão, ilimitado. As possibilidades a nós disponíveis estão bem além do que as nossas mentes humanas possam imaginar. A única coisa que sempre nos limita é o nosso pensamento. Nós desperdiçamos os nossos pensamentos, com limitações. Nossos pensamentos são muito preciosos Cada pensamento que temos está criando o nosso futuro. Cada pensamento!


Afirmem:

Sou um Ímã que atrai riqueza. Todas as formas de prosperidade chegam a mim.

Penso que mereço as melhores coisas da vida.

Onde quer que eu trabalhe, sou profundamente admirado e bem-remunerado.

Hoje é um dia maravilhoso. O dinheiro chega a mim tanto de maneiras previstas como inesperadas.

Tenho escolhas ilimitadas. As oportunidades estão por toda parte.

Acredito que estamos aqui para nos abençoarmos e nos ajudarmos a prosperar. Esta crença se reflete em todos os meus atos.

Ajudo os outros a se tornarem prósperos e a Vida me devolve esta ajuda de formas extraordinárias.

Amo o trabalho que faço e sou bem-remunerado por ele.

É um prazer lidar com o dinheiro que ganho. Poupo uma parte e gasto outra.

Vivo num Universo de amor, abundância e harmonia, e agradeço por isso.

Desejo me abrir para a prosperidade ilimitada que existe em toda parte.

Uso o dinheiro que ganho em coisas que me fazem feliz. Deixo a maior prosperidade possível entrar em minha vida.

Irradio sucesso e prosperidade onde quer que eu esteja.

A Vida satisfaz todas as minhas necessidades com grande abundância. Confio na Vida.

A Lei da Atração só traz coisas boas para a minha vida.

Mudo os pensamentos de pobreza em pensamentos de prosperidade, e as minhas finanças refletem essa mudança.

Alegro-me com a segurança financeira que é uma constante em minha vida.

Quanto mais sinto gratidão pela riqueza e abundância em minha vida, mais motivos descubro para agradecer.

Expresso gratidão por todo o bem que há em minha vida. Cada dia traz novas e maravilhosas surpresas.

Pago minhas contas com amor e me alegro ao preencher cada cheque. A abundância flui livremente através de mim.

Neste exato momento, há muita riqueza e poder ao meu dispor. Escolho sentir que os mereço.

Mereço o melhor e aceito o melhor agora.

Liberto-me de toda resistência ao dinheiro e permito que ele flua alegremente para minha vida.

O meu bem chega de todas as partes e de todos.

A Vida satisfaz todas as minhas necessidades com grande abundância.

Confio na Vida.

Louise Hay

Autor: Louise Hay / http://www.louisehay.com/

Seu desejo é uma ordem

SEU DESEJO É UMA ORDEM! – A FELICIDADE SEMPRE NOS ESTÁ DISPONÍVEL!

Se, assim como Aladim, você estivesse diante do gênio da lâmpada e o mesmo lhe concedesse três desejos, o que pediria?


Tornar-se rico, casar-se com alguém improvável ou obter fama são alguns exemplos de desejos que povoam o imaginário de um número significativo de pessoas, as quais buscam manifestá-los através da lei da atração.

Recentemente assisti a um ótimo filme chamado CLICK (com Adam Sandler). É a história de um homem de classe média baixa, que quer tanto melhorar a situação financeira da família, que a deixa de lado em nome de seu trabalho. Até que um dia, ganha um controle remoto universal que permite manipular sua própria vida: através dele, é possível baixar o som do latido de seu cachorro, colocar em pausa pessoas que o incomodam, avançar no tempo (para o futuro) como forma de não ter que viver suas brigas com a esposa…

Inicialmente, esse controle remoto universal, parece tão mágico quanto a lâmpada de Aladim, só que o protagonista não conta com ocorrências, como: ao desejar obter imediatamente uma promoção profissional, que o chefe promete para poucos meses adiante, é direcionado para o momento exato em que inicia no novo cargo. Contudo, diferente da afirmação do chefe, o prazo decorrido é de um ano. E ele não se lembra de nada que aconteceu nesse período, é como se tivesse deixado de viver um ano inteiro da sua vida.

Outra surpresa é que, depois de um tempo, todos os comandos repetidos no controle remoto com muita frequência, passam a ser automáticos. Por exemplo, como ele sempre pula as brigas com a esposa, ao simples sinal de um desentendimento com a mulher, o controle remoto já o leva para um momento futuro. Certo dia, mesmo sem querer esquivar-se da briga, quando a discussão iniciaria, ele é direcionado para um momento futuro em que o casal está divorciado (durante esses saltos temporais, ele não se lembra do que acontece, mas continua em um modo automático, inexpressivo, convivendo com as demais pessoas como se fosse um zumbi).

O que parecia ser um presente, mostrou-se o pior dos pesadelos ao protagonista: em busca do total controle de sua própria vida, o descontrole instaura-se! E é exatamente isso o que acontece quando entregamos o controle de nossas vidas e nossos desejos ao ego e à nossa criança interior.

Esse filme exemplifica muito do funcionamento da lei da atração: o Universo atende a todos os nossos desejos, não apenas três, como na versão da Disney para o conto de fadas Aladim e a Lâmpada Maravilhosa. Mas será que temos real consciência sobre o que estamos desejando?”

Após feito o pedido, a lei da atração, responsável pela manifestação de nossos desejos, funciona a partir da integração entre o que acreditamos e confiamos. Embora haja uma complexidade maior envolvida, apenas para facilitar essa compreensão, podemos considerar que o que acreditamos está mais intimamente ligado ao pensamento e ao ego, enquanto o que confiamos têm uma relação maior com o sentimento e nossa criança interior.

Como exemplo, podemos citar que um desejo no qual não acreditamos ser possível manifestar, desperta sentimentos negativos, dando a sensação de que não houve manifestação. Outra possibilidade é de acreditarmos tanto em algo, que criamos pressão sobre o Universo, por meio de expectativas. Nesse caso, nosso coração também sente-se pressionado, por isso novamente a sensação é de resultados negativos.

Na verdade, a lei da atração está em constante funcionamento, a manifestação sempre acontece. O problema é quando nosso aspecto humano (composto pelo ego e criança interior) não a enxerga. Ao se fixar no desejo e no planejamento que institui com seus próprios tempos e diretrizes pré-determinadas, o ego acaba não enxergando a manifestação de outras rotas, que levam ao mesmo destino, mas por estradas diferentes, em tempos também distintos.

Em essência, a criança interior é responsável pela nosso destemor, leveza, brincadeira. Uma criança interior ferida, pode ser mimada, birrenta e não ter senso do que pode fazer ou não bem. Se você der um doce a uma criança antes do almoço, é muito provável que ela perca o apetite, prejudicando sua refeição.

O ego é nosso lado mais adulto que traz referências sobre a materialidade da vida. Ele pode tanto educar como oprimir a criança interior, É muito comum a distorção do ego, como se sua função fosse de controle. Em essência, a nobre missão do ego é abrir caminhos para a expressão dos propósitos da alma no planeta Terra.

Ego e criança interior, em essência, são parceiros da alma. Os verdadeiros desejos, aqueles que têm como base o amor e a evolução, provêm da alma. Todavia, como a alma comunica-se de modo muito sutil, cabe ao ego captar tais informações e decodificá-las para a fisicalidade.
Por exemplo: para o ego em desconexão com a alma, poder é algo egoísta, isto é, o interesse próprio vem em primeiro plano. Enquanto para o ego integrado à alma, poder é nossa capacidade de compartilhar amor.

Vale a pena percebermos que nem o ego, nem nossa criança interior são vilões. E nosso maior desafio nessa vida é sustentarmos sua integração com a alma.

Uma excelente maneira de viabilizar isso é investigarmos sempre nossos desejos e nos perguntarmos a que eles servem: ao poder egoísta do ego, à criança interior ferida ou aos propósitos da alma?

Vejamos um exemplo real de uma cliente minha: após assistir ao documentário O Segredo, criou uma tela mental com o objetivo de adquirir um determinado carro. Pouco tempo depois, ofereceram um automóvel do mesmo modelo para que seu marido comprasse através de suaves prestações. Ela ficou em êxtase por conseguir manifestar seu desejo, embora aquela alegria não tenha se sustentado por muito tempo, já que havia criado a expectativa de que o carro traria a felicidade que buscava para sua vida.

O veículo acabou trazendo mais dívidas, sem contar que seu custo de manutenção era alto demais para a realidade da família naquele momento. Eles acabaram tendo de vendê-lo. Entretanto, essa experiência fez com que ela percebesse que seu verdadeiro desejo não era apenas material, mas também espiritual. A questão é que ela não se sentia merecedora da felicidade. Isso fez com que me procurasse e déssemos início a um lindo processo psicoterapêutico, no qual a cada dia expressa mais evolução.

A felicidade sempre nos está disponível. O ego e a criança interior ferida é que às vezes não querem enxergá-la ou não tem a coragem de mantê-la presente. Por isso é sempre tão importante cuidarmos para que ego, criança interior e alma entrem em sintonia.

Essa é a chave que a lei da atração utiliza para manifestar o amor incondicional do Universo. E todos somos merecedores desse amor!!!

(Adriano Rizk) do blogue “O Segredo”

Meditação explicada pela Disney Pixar (Sanjay Super Team)

A Disney Pixar criou uma animação fantástica sobre Meditação.
Como lidar com pensamentos, emoções e sentimentos que norteiam a nossa mente o tempo todo?

Quais são seus medos?
O que te faz se sentir seguro?
Onde está a sua fé?
Como você resgata a sua confiança?
O que te faz feliz?

A prática meditativa leva você ao autoconhecimento.
Saber lidar com a sua mente, suas emoções, sentimentos e acalmar a ebulição de pensamentos que te permeiam o tempo todo faz com que você tenha mais serenidade, paz e esteja conectado ao momento presente.
Temos a tendência de nos prendermos em fatos passados ou projetarmos fatos futuros esquecendo de viver da melhor forma o nosso presente.

Conhecer e saber lidar com os seus processos internos tira você da depressão pelos fatos que já passaram e da ansiedade pelo que ainda há de vir.

Viva o agora!
Esteja presente no seu momento presente!

Coloque a meditação na sua rotina com pequenas práticas diárias e descubra os benefícios que ela pode trazer para você!

Com carinho,

#claudialinsoficial #meditacao #mindfulness #mindfulnessbrasil #atencaoplena #menteaberta #autocuidado #autoconhecimento #gentileza #amorosidade #estarpresente #medita #espacomedita

Se não for possível AMAR o próximo, pelo menos não ferre com a vida dele.


Vivemos em uma sociedade erguida sob os pilares do egoísmo e da individualidade. Desse modo, torna-se difícil seguir o mandamento cristão de:

– “Ama o teu próximo como a ti mesmo”. 

Essa caridade, como pregava Rousseau, parece impossível diante das circunstâncias dadas. Assim, se é quase impossível amar o próximo como a si mesmo, qual a possibilidade mais plausível para a modernidade líquida?

Para Conte-Sponville, a possibilidade de solução encontra-se na doçura. A doçura não visa atingir a máxima sublime rousseauniana de 

– “Faz ao outro o que queres que ele te faça” 

– mas sim, de na impossibilidade de fazer o bem, pelo menos não fazer o mal. Falando assim, parece pouco, entretanto, quantas lástimas seriam impedidas se houvesse doçura? Isto é, se o ser humano ao agir respeitasse os limites do outro, a maior parte das discórdias e cóleras seriam evitadas.
No entanto, ao expandir-se o homem, não só é despiedoso, como desconsidera qualquer possibilidade que possa fazer mal ao outro. Ao buscar o seu prazer, o indivíduo desconsidera o mal que faz ao outro. Parece, inclusive, regozijar-se com o mal produzido e com a sua opressão. Goethe chega a dizer:

 “Infeliz daquele que usa do seu poder sobre um coração para abafar as ingênuas alegrias que nele nascem espontaneamente”. 

Ou seja, se não fazes o bem, não ouse fazer o mal de abafar a alegria de alguém.

A doçura, dessa forma, é a virtude que impede que sejamos os infelizes relatados por Goethe. É a benignidade de Montaigne, que visa uma vida que se recusa a fazer sofrer, destruir e devastar. É a ação contemplativa, respeitosa para o que nos cerca, de modo que não concorremos para o fim daquilo que não necessariamente seja fruto da nossa felicidade. Nem todas as pessoas, por exemplo, gostam de animais, assim, não é imprescindível que todos tratem os animais de forma carinhosa, bem como, não autoriza que alguém os maltrate. Dito de outro modo, agir com doçura não significa agir do modo mais belo e sim da forma que faça menos mal.
Obviamente, a doçura é muito mais simples que a caridade e, portanto, mais fácil de ser executada, assim como, mais necessária, pois, há a possibilidade de viver sem caridade, todavia, sem doçura é impossível. Embora seja mais fácil, o que percebemos é que a doçura é quase tão difícil de ser exercida quanto à caridade. Como dito, os homens parecem sentir prazer com o mal que produzem no outro. A tranquilidade ou a felicidade de outrem sem a nossa participação parece ser intragável, é o que atenta também Goethe:

– “Quando vemos algumas pessoas felizes, sem que para isso tenhamos concorrido, a felicidade nos é insuportável”.

Sendo assim, um modo de vida virtuoso passa pela doçura, em que ao agirmos levamos em consideração a existência do outro. Não concorrer para o mal já é de grande valia, pois não adianta viver a hipocrisia de ajuda ao próximo, de caridade, se na maior parte do tempo só pensamos em nosso próprio umbigo.
Antes de ajudar, é preciso não atrapalhar. Antes de fazer o bem, é preciso não fazer mal. E para não fazer mal a alguém e conseguir alegrar-se com a felicidade do outro é necessário ser doce, pois só estes entendem a importância de fazer o próprio bem com o menor mal possível aos outros.


Texto de: (Erick Morais) do blogue O SEGREDO

Todo filho é pai da morte de seu pai (e de sua mãe)


Há uma quebra na história familiar onde as idades se acumulam e se sobrepõem e a ordem natural não tem sentido: é quando o filho se torna pai de seu pai.

É quando o pai envelhece e começa a trotear como se estivesse dentro de uma névoa. Lento, devagar, impreciso.

É quando aquele pai que segurava com força nossa mão já não tem como se levantar sozinho. É quando aquele pai, outrora firme e instransponível, enfraquece de vez e demora o dobro da respiração para sair de seu lugar.

É quando aquele pai, que antigamente mandava e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura onde é a porta e onde é a janela – tudo é corredor, tudo é longe.

É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus remédios.

E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão trocar de papel e aceitar que somos responsáveis por aquela vida. Aquela vida que nos gerou depende de nossa vida para morrer em paz.

Todo filho é pai da morte de seu pai.

Ou, quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja curiosamente nossa última gravidez. Nosso último ensinamento. Fase para devolver os cuidados que nos foram confiados ao longo de décadas, de retribuir o amor com a amizade da escolta.

E assim como mudamos a casa para atender nossos bebês, tapando tomadas e colocando cercadinhos, vamos alterar a rotina dos móveis para criar os nossos pais.

Uma das primeiras transformações acontece no banheiro.

Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra no box do chuveiro.

A barra é emblemática. A barra é simbólica. A barra é inaugurar um cotovelo das águas.

Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um temporal para os pés idosos de nossos protetores. Não podemos abandoná-los em nenhum momento, inventaremos nossos braços nas paredes.

A casa de quem cuida dos pais tem braços dos filhos pelas paredes. Nossos braços estarão espalhados, sob a forma de corrimões.

Pois envelhecer é andar de mãos dadas com os objetos, envelhecer é subir escada mesmo sem degraus.

Seremos estranhos em nossa residência. Observaremos cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvida e preocupação. Seremos arquitetos, decoradores, engenheiros frustrados. Como não previmos que os pais adoecem e precisariam da gente?

Nos arrependeremos dos sofás, das estátuas e do acesso caracol, nos arrependeremos de cada obstáculo e tapete.

E feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia.

Meu amigo José Klein acompanhou o pai até seus derradeiros minutos.

No hospital, a enfermeira fazia a manobra da cama para a maca, buscando repor os lençóis, quando Zé gritou de sua cadeira:

? Deixa que eu ajudo.

Reuniu suas forças e pegou pela primeira vez seu pai no colo.

Colocou o rosto de seu pai contra seu peito.

Ajeitou em seus ombros o pai consumido pelo câncer: pequeno, enrugado, frágil, tremendo.

Ficou segurando um bom tempo, um tempo equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua adolescência, um bom tempo, um tempo interminável.

Embalou o pai de um lado para o outro.

Aninhou o pai.

Acalmou o pai.

E apenas dizia, sussurrado:

? Estou aqui, estou aqui, pai!

O que um pai quer apenas ouvir no fim de sua vida é que seu filho está ali.

(Fabricio Carpinejar)